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7/8/2007 Coisas e coisasE coisas? Conta-me coisas...
bonitas e cheias de coisas, daquelas boas, que nos enchem os sonhos com as coisas que sempre sonhámos. Lembra-me coisas, saberes e fazeres que nunca esquecemos quando fazemos estas coisas… Se por cada coisa que eu sei pudesse pedir uma coisas em troca… teria montes de coisas e seria feliz… no entanto de todas coisas que existem, nada como a coisa que temos entre nós… 6/17/2007 nova muda, nova tomaMuda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente.
A gente muda o mundo na mudança da mente. E quando a mente muda a gente anda pra frente. E quando a gente manda ninguém manda na gente. Na mudança de atitude não há mal que não se mude nem doença sem cura. Na mudança de postura a gente fica mais seguro, na mudança do presente a gente molda o futuro! Gabriel Contino (Gabriel O Pensador) 6/9/2007 e assim vai a nossa educação...Cá estou, e cada vez mais triste e amargurado com o que vou lendo por esta internet e por aí por fora... mais...
5/26/2007 pensamentos...Os preguiçosos estão sempre a falar do que tencionam fazer, do que hão-de realizar; aqueles que verdadeiramente fazem alguma coisa não têm tempo de falar nem sequer do que fazem.
(Goethe)
5/14/2007 a máscara"Cada um de nós tem a sua máscara...pode ou não ser fiel à sua alma, mas tem. E é com ela que nos apresentamos ao mundo...>>>" 3/21/2007 o novo blogue...olá caros amigos, companheiros de bloguisses. o meu novo blogue, sevenstrangedays, vai de vento em popa e evolui a olhos vistos. venham visitá-lo e aproveitem para conhecer também o delta azul. 2/19/2007 vou ter de mudarOlá amigos e cibernautas no geral...
O meu blogue vai mudar de plataforma em breve...ohhhh digo eu...sim, pq até gostava desta plataforma até ao dia em que descobri que alguém que não esteja inscrito na mesma não pode deixar comentários. Eu não sei se o erro é meu, porque nas definições eu permito a todos deixar os seus comentários mas ainda não consegui... uma vez que tinha este problema, tentei contactar a administração, o que foi um stress...mas ninguém me respondeu até hoje.
Assim sendo vou mudar com toda a legitimidade. E este vai fica somente para fotos...e os comentário...esses vão ter de ficar para a nova plataforma, novo blog:
Lestat 2/11/2007 o início...Congratulo os portugueses que se manifestaram e de alguma forma repudio aqueles que se manifestaram e não foram votar...
o SIM ganhou e começam agora as responsabilidades para com todo, TODO o país. Estou contente mas ainda não satisfeito... porque não basta ganhar.
Agora é preciso trabalhar para acabar com um problema de saúde pública que são os abortos clandestinos. É preciso apostar na informação e prevenção, nas condições de maternidade e para aqueles que optarem em consciência por algo errado que é o aborto, apoio e auxílio em todas as dimensões do problema.
A lei tem de mudar sim, mas não só a lei que despenaliza a IVG. Todas as leis que envolvem a maternidade têm de ser revistas no sentido da melhoria das condições de vida...e gerar vida.
Se até agora era tempo de esquecer a política e as ideologias religiosas, agora é hora de essas duas poderosas instituições do nosso país se aliarem no combate ao problema e não fazerem birras e retóricas que não ajudam em nada a questão...mostrem afinal as vossas influências, mas para variar,de forma clara e sem interesses por trás...trabalhem para os portugueses e não somente para vocês. Este é o meu apelo.
De antemão a guerra é longa, mas finalmente se pode dar início à primeira batalha. Vamos às armas e lutemos...os do sim e os do não, os da vida e os da vida, pois só assim poderemos ambicionar ser melhores e mais humanos.
Lestat
imagem retirada de: http://www.novagauchaseguros.com.br/vida.htm
2/7/2007 SIM, a vida“Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?”
A questão da discórdia...
Eu não podia deixar de me manifestar em relação ao referendo que aí vem. Pois claro que andei por muitos sites, blogues e ouvi e vi debates, uns mais políticos ou religiosos que outros - mas não foi nenhum deles que me fez tomar a minha decisão, que até já foi tomada há muito...- que serviram para poder agora tecer os meus comentários em relação ao tema IVG.
Em relação ao SIM, foi sendo notório a segurança de argumentos que foram usando, tendo as estatísticas, a legislações e exemplos de outros países do seu lado, nada omitiram, tornando tudo muito claro e objectivo. E por isso qualquer site, blog ou documento que pudesse recomendar estaria bem encaminhado para o leitor que estivesse, ainda, em busca de uma resposta...
Agora em relação ao Não...não tenho palavras para descrever as barbaridades que se vêm publicadas no séc XXI. Prefiro não tecer comentário a estas aberrações e deixo-vos um texto.
Carta enviada nas mochilas dos filhos pelos responsáveis dos infantários "A Nuvem" e "Aquário", do Centro Paroquial da Anunciada, acompanhada por propaganda da Associação de Médicos Católicos, da Associação dos Enfermeiros Católicos e de outras instituições ligadas à Igreja.
Na carta enviada pelo Centro Paroquial da Anunciada pode ler-se: "Querida Mamã. Apesar de tu não teres querido que eu nascesse, não posso deixar de te chamar "Mamã". Escrevo-te do mundo do além, para te dizer que estava muito feliz quando comecei a viver no teu seio. Eu desejava nascer, conhecer-te. E pensava que um dia seria uma criança muito alegre. Mas tu não pensavas como eu, não é verdade Mamã? E um dia, quando estava tão feliz a brincar no mais íntimo das tuas entranhas, senti algo muito estranho, que não saberia como explicar: algo que me fez estremecer. Senti que me tiravam a vida. Uma faca surpreendeu-me quando eu brincava feliz e quando só desejava nascer para te amar".
fonte do texto:http://dossiers.publico.pt/shownews.asp?id=1284454&idCanal=1988
Agora digam-me...será que alguém com estes pseudó-argumentos tem alguma moralidade ou seja o que for para se manifestar?
Votem em consciencia votem SIM pela vida e não deixem perpéctuar as babaridades do passado...
Lestat
2/5/2007 um legado para sempreSerá que controlar tudo o que nos rodeia nos trará felicidade?? Será que se pudéssemos saber o que fazer exactamente a cada passo dado nos traria alegria?? ... e o prazer do desconhecido, onde fica? As experiências melhores ou piores que nos vão ser significativas vão ficar marcadas na nossa memória para sempre, sendo depois um legado que iremos utilizar, como conhecimento adquirido, no futuro. Esse sim é o mistério e o prazer de viver...aprender.
"Temos horror às situações cujo controlo não está nas nossas mãos. A verdade, porém, é esta: as situações que realmente nos fazem crescer são precisamente aquelas que não comandamos."
(Jacques Philippe) 2/2/2007 às voltas...acabei...estive de volta do meu espaço, varri, limpei e lavei...
despedi-me de velhas memórias...reflecti com atenção redobrada...mas tive de o fazer, estava farto do visual, do aspecto, duro, velho e bolorento, como o pão que nos esquecemos no saco durante alguns largos dias...
blá blá blá...lá estou eu a entrar em questões filosóficas de treta...bahhh, estou farto de lugares comuns e clichés que todos os dias somos obrigados a seguir e perpetuar...
mas afinal o que interessa questionarmo-nos acerca dos motivos do tudo e do nada da existência???
acabamos em retóricas inócuas e superfluas que não ajudam em nada, talvez somente a criar mais retórica e mais pensamentos do foro de uma metafísica cansada de ser parente pobre do rigor e mensurável mundo da existência tempo-espaço-matéria, acabando por ser na realidade uma grande chatice...a real pain in the ass.
assim sendo, seria óptimo descobrirem, melhor, provarem de uma vez por todas, qual é a "porra" do objectivo do tudo e do nada, para ver se temos a certeza dos caminhos a percorrer e alcançamos o merecido descanço...até lá... continuamos na retórica inócua...
até logo,
Lestat 8/19/2006 O único lugar onde ele nunca pensará procurar
"Uma antiga lenda hindu diz-nos que antigamente, todos os homens eram deuses. Mas eles abusaram de tal forma da sua divindade que Brahma, o mestre dos deuses, decidiu tirar-lhes todos os poderes divinos e escondê-los num lugar onde fosse completamente impossível encontrá-los. O grande problema existiu em encontrar o lugar apropriado. Os deuses menores foram convocados para uma reunião a fim de se resolver o problema. Eles propuseram o seguinte: Enterrar a divindade do homem na terra. Mas Brahma respondeu: "Não, não é o suficiente, porque o homem desenterrá-la-ia e encontrá-la-ia." Então os deuses responderam: "Neste caso, metamos a divindade no mais profundo dos oceanos." Mas Brahma respondeu de novo: "Não, mais cedo ou mais tarde, o homem exploraria a profundeza dos oceanos e certamente que um dia, a encontraria e a traria à superfície." Então os deuses menores concluíram: "Nós não sabemos onde a vamos esconder porque não existe na terra nem no mar um lugar seguro que o homem jamais encontrasse." Brahma disse: "Vejamos o que faremos à divindade do homem: vamos escondê-la no mais profundo dele próprio, é o único lugar onde ele nunca pensará procurar." (Eric Butterworth, Discover the Power Within Yourself)
Digam lá se não nos deixa a pensar um pouco naquilo que andamos a fazer ...
Lestat 190806
8/14/2006 qUADRO
algo afastou, as nuvens que passam. procuro na luz, o que aqui falta. no quadro da vida, que teima em correr para trás. caminho na noite sem ver uma sombra, um rumo incerto, e alcanço a desordem, no quadro. deitado na berma desta ilusão. eu sinto fugir, a minha razão. o sonho alimenta e eu nunca me canso de olhar... fugi do destino que estava traçado mas nunca pensei que estava fechado, este quadro. (sem ter a certeza lá fui caminhando de encontro às leis da grande nação…)
escrito em 1996, e encontrado ao vasculhar papéis amarelados pelo tempo...
Lestat 140806 7/20/2006 apeteceu-me...apeteceu-me...
quis experimentar novamente a sensação...
o equilibrio parece ser algo que ambicionamos,
retratamos à nossa maneira,
acrescentamos as regras, das quais somos autores.
por vezes caímos nelas como ratos numa ratoeira
que ajudámos a montar...
lembrei-me de tentar, freneticamente lutei,
mas furei mais um espaço no jogo
e cada vez mais sinto um falso sentimento de
regresso a casa, ao oceano de paz que me
circundava...andei, andei e finalmente...
apeteceu-me...
Lestat
7/6/2006 UMA HISTÓRIA DE ÁFRICAHá muito, muito tempo, quando os desertos eram ainda florestas, e as florestas cheias de mistérios e segredos, existia ao norte de África uma dessas florestas encantadas com um grande rio, que nascia nas grandes montanhas do interior africano e a atravessava suavemente, em silêncio.
Junto a uma das suas margens, existia uma cabana onde habitava um velhinho, talvez mágico, que coexistia em harmonia com a floresta. Todos os dias conversava com os animais, com as árvores e o rio...era o feitiço da vida, da natureza.
O velhinho, que sempre fora de tratar bem toda a natureza, caçando só para comer e unicamente o essencial, encontrou uma linda pantera negra estendida no seu caminho. Esta estava ferida numa das patas e não conseguia andar, pelo que já resignada com a sua pouca sorte esperava pelo fim.
O velho, que nunca abandonara nenhum animal ferido, aproximou-se devagar e com suavidade passou-lhe a mão pelo lombo em sinal de amizade.
- Têm calma que eu vou ajudar-te. Disse o velho.
Pegou na pantera com todas as forças que tinha e levou-a para a sua cabana junto ao rio.
Deitou-a no alpendre e lavou o ferimento que tinha na pata.
- Como te chamas? Perguntou a pantera.
O velhinho um pouco assustado, mas já conhecedor dos mistérios de África e da floresta respondeu:
- Menkala, minha amiga. E vou tratar de ti até ficares boa! Respondeu o velho, fascinado por tal situação.
E o tempo lá foi passando e a pantera melhorando. Menkala caçava para ele e para a pantera, pois esta, debilitada, não conseguia.
Um dia, já a pantera conseguia andar, perguntou:
- Qual o teu maior sonho amigo Menkala?
- Conhecer o mar, minha amiga, conhecer o mar! Respondeu Menkala olhando com nostalgia para o rio...
A pantera aproximou-se então do rio, olhou durante uns minutos para ele como se estivesse a falar-lhe e bebeu um pouco de sua água.
Voltou para junto de Menkala, despediu-se e desejou-lhe as maiores felicidades. Lentamente desapareceu, caminhando pela floresta dentro…
Nessa noite Menkala estava cansado, deitou-se e adormeceu sonhando com o mar.
Subitamente, sem se saber de onde, começou uma grande tempestade. O rio começou a encher, a encher, saindo do seu leito. Suavemente levantou a cabana, muito devagarinho para não acordar Menkala que dormia, e levou-a rio abaixo em direcção ao mar.
De manhã, quando Menkala acordou, olhou pela janela e viu o mar, ficou durante vários minutos de boca aberta contemplando o que via... pouco depois não se conteve de tanta alegria que saltou e saltou e finalmente entrou na água…
Quando já estava cansado sentou-se numa rocha… olhou o mar em toda a sua impressionante imponência quando ouviu um rugido. Ao fundo, junto à entrada da floresta estava a sua amiga Pantera, a que ele tinha tratado. Acenou-lhe e sorriu.
Esta olhou-o durante uns instantes, largando depois a correr para o interior da floresta.
Ainda hoje, se formos à foz desse rio, podemos ver na sua margem onde o rio toca o mar, uma grande rocha onde o velho Menkala se sentava para falar com o rio e com o mar…
Lestat pela coragem...
"A força não provém da capacidade física e sim de uma vontade indomável". (Mahatma Gandhi)
Apesar do sonho ter terminado, vamos sair pela porta da frente de cabeça erguida... ...pois apesar de tudo, eles são os nossos campeões e venha quem vier nunca terá a classe e o espiríto de uma nação, como teve a nossa selecção...
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